Eu sempre fui uma seriadora ávida. Sempre quero ver mais e mais séries. Já acompanhei muitas e ainda acompanho, outras abandonei, e outras ainda quero muito assistir. Mas de uns tempos para cá eu estava (estou) muito envolvida com The Walking Dead, que é, sem sombra de dúvida, minha série favorita e queridinha  (e vai voltar agora em Outubro. AHHH, eu piro!) (calma, deixa eu respirar *Livy, respira*). Certo, como estou aguardando a quinta temporada de TWD e eu estava super carente de séries, resolvi assistir algumas novas. 

Comecei a assistir Penny Dreadful, e simplesmente abandonei no quarto episódio. Depois me aventurei com Helix e, apesar da história interessante, não conseguiu me prender. Resumindo achei que em ambas há muita enrolação e pouco resultado. Pois então eu comecei a assistir três séries que realmente me prenderam, e UAU, quero mais. Assisti toda a primeira temporada de The 100 (logo falo do que achei aqui no blog), e estou acompanhando The Strain (que é muito, muito, muito boa). Mas hoje vim falar para vocês de The Last Ship, que é uma ótima série, e já ganhou espaço entre as que pretendo continuar assistindo. Agora, vou mostrar para vocês porque gostei tanto da série. Confira:

Ficha Técnica


Título: The Last Ship
Gênero: Drama
Número de episódios: 10 / Primeira Temporada
Duração por Episódio: 42 minutos
País de origem: Estados Unidos
Distribuída por: TNT Original Production
Criadores: Hank Steinberg e Steve Kane
Produção: Todd Arnow
Produtores Executivos: Michael Bay, Andrew Form, Brad Fuller, Hank Steinberg, Steve Kane e Jonathan Mostow
Compositor da música tema: Nathan Whitehead
Elenco principal: Eric Dane (como comandante Tom Chandler); Rhona Mitra (como Dr. Rachel Scott); Adam Baldwin (como comandante Mike Slattery); Charles Parnell (como Hugh Jeter), Sam Spruell (como Quincy Tophet), Travis Van Winkle (como tenente Danny Green); Marissa Neitling (como tenente Kara Foster); Christina Elmore (como tenente Alisha Granderson).
Elenco recorrente: Jocko Sims (como tenente Carlton Burk); Andy T. Tran (como tenente Andy Chung); John Pyper-Ferguson (como Tex), Fay Masterson (como engenheiro-chefe Andrea Garnett), entre outros.
Sinopse: A missão deles é simples. Encontrar uma cura. Parar o vírus. Salvar o mundo. A série abre com uma grande catástrofe mundial: uma epidemia que matou 80% da população do planeta. Por sua localização durante o surto, a tripulação de um navio de guerra da marinha americana, o USS Nathan Jones, sobrevive à dizimação e agora deve encontrar uma maneira de salvar a humanidade da extinção. 

Minha Opinião 


Tudo começou quando minha mãe (linda) disse que viu uma nova série passando na TNT. Para falar a verdade eu não estava dando muita importância, ainda mais por nunca ter ouvido falar da série. Mas como sou curiosa resolvi assistir o primeiro episódio assim que a reprise passou. E, pensei comigo mesma: poxa, a ideia desta série é muito boa. Pesquisei sobre a série, e me interessei bastante. Lá fui eu maratonar The Last Ship.

Não perdi tempo e fui logo assistindo, avidamente, todos os episódios. Não consegui parar de assistir até chegar ao último episódio. E quando terminei pensei: Não, não, não, não façam isso comigo. Meu coração não aguenta. MEU DEUS, preciso de mais. E não é exagero não, eu pensei isso e muito mais. O season finale é... espera aí, vamos do início.


O mundo está sendo dizimado por um vírus mortal. Este vírus sofreu uma mutação e é indestrutível. O terror se instalou, e a humanidade sofre com uma das piores crises de doença contagiosa que já enfrentou. Dra. Rachel Scott (Rhona Mitra), do Controle de Doenças Contagiosas, vai atrás da causa do vírus, e tenta encontrar no Ártico a origem dele. Para isso ela embarca no navio de guerra americano USS Nathan Jones. Ela consegue achar o vírus original, mas os russos também estão atrás do vírus. 


Mas a história da série não se resume a isso. Além da corrida pelo vírus, há muitas reviravoltas e muita aventura e ação, e uma boa dose de drama. Todos no navio enfrentam algum grau de dificuldade, assim como têm que enfrentar inimigos, lutar pela sobrevivência e esperança, enfrentando dor e tristeza. Sua última missão parece simples: lutar para continuar vivos, e encontrar uma vacina e/ ou cura para a doença que está matando milhões de pessoas, e tem uma causa desconhecida.


Mas não é tão simples assim. Para isso, eles têm que proteger a Dra. Scott e toda a pesquisa que ela está fazendo. As dificuldades no caminho são imensas, e aparecem das formas mais inusitadas. Inimigos e problemas aparecem para complicar toda a missão. Falta de equipamentos e comida, desidratação, perseguições, falta de comunicação, entre outros. Mas eles não vão desistir fácil. Aliás, Tom Chandler (Eric Dane), capitão do navio, não desiste. 


Ele é praticamente o alicerce de toda a tripulação, mesmo enfrentando suas próprias dores, é o tipo de pessoa que inspira. O tipo de homem que inspira confiança, lealdade, amizade, e força. Ele é meu personagem preferido na série (além da própria doutora) e que me comoveu diversas vezes com seu caráter íntegro e determinado, lutando pelo que é certo e pelo bem maior de todos, até mesmo deixando de lado seu próprio bem estar. Um ótimo coração. (E só para constar, criei uma leve paixonite (cof cof) pelo capitão Chandler (ou pelo ator, sei lá). Tipo um Rick, só que sem os zumbis. Cara decidido, corajoso, destemido. Meu herói! (olhos brilhando, mãos no peito. Suspiro).

A Dra. Scott também não fica para trás, mostrando o quanto é forte, corajosa e determinada, e não desiste até encontrar tudo o que precisa para conseguir seguir com sua pesquisa e tentar encontrar uma cura. Ela proporcionou, também, ótimas cenas na série. Na verdade a série tem muitos personagens de peso e destaque, como Mike Slattery (Adam Baldwin), braço direito de Chandler, e que mostra, em diversas situações, sua força. Cada ser humano no navio tem um peso a carregar: a dor de uma perda, a incerteza do amanhã, a tristeza de ver companheiros morrendo, a incerteza do destino dos familiares e amigos que estão em terra. Mas seguem nesta missão, pelo bem maior da humanidade. Eles são a última esperança.

Eu adorei toda a primeira temporada. E este lado humano na série é muito pungente, e garante, junto à toda tensão e ação do seriado, algo mais palpável e muito tocante. Não é à toa que a série é categorizada como drama, mas vai muito além disso. Em muitos episódios eu cheguei realmente a me emocionar. Cada drama, cada pessoa no navio, cada situação, cada conflito é bem real e muito envolvente. É difícil não se apegar emocionalmente aos personagens. Nos últimos episódios, por exemplo, em algumas situações e cenas eu cheguei a verter lágrimas, e chorar como se não houvesse amanhã. Em outros casos, me emocionava e lágrimas vinham aos olhos. 

E em outros eu torcia, ou morria de raiva de alguma situação. Em outras eu roí as unhas. Enfim, você está aí pensando que eu quase tive uma crise de nervos assistindo? Pois sim, vamos dizer que sim (risos). The Last Ship está recheado dos bons elementos que compõe uma ótima série, e que garantem um ótimo entretenimento. As cenas são fantásticas, as maquiagens muito bem feitas, a trilha sonora é ótima, e a história e desenvolvimento dos capítulos é excelente. 


A história segue num crescendo, e além do drama (que tanto gostei na trama), a ação é um dos pontos fortes da série. E o que achei interessante é que a história não fica parada apenas em alto mar, há muitas aventuras em terra firme também. Além de que eu ficava de boca aberta com toda a ação estratégica que há em todas as cenas de combate e das missões em terra. Também vemos como os humanos se corrompem perante catástrofes, onde o bem e o mal fica delineado de uma forma totalmente bruta e crua. 

O que eu adoro quando acompanho uma série é que eu realmente me sinta envolvida, ou sinta uma conexão com algum personagem ou situação. Isso acontece facilmente em The Last Ship. Além da gama de emoções que a série me despertou, senti empatia por praticamente todo o elenco principal e secundário (com execessão dos inimigos, obviamente, que aparecem no caminho). É possível se emocionar; torcer; gritar; se apegar emocionalmente aos personagens e seus dramas; ter ataques de nervos e urrar de alegria. E uma série que proporciona tudo isso só pode ser ótima.

Aliás, é uma ótima pedida para todos aqueles que adoram séries voltadas para algum acontecimento apocalíptico, ações militares e estratégia, vírus e drama. Já vi muitas histórias com tema parecido, mais acredite, eu não me entendiei nem um pouco; pois a forma como a história é apresentada é bem interessante. E como estava dizendo anteriormente, o season finale é... OMG! Eletrizante, aterrorizante, destruidor! Eu preciso de mais

Então sim, adorei e recomendo! E não há nada que eu possa falar aqui que vá mostrar o quanto eu estou apaixonada por esta série, e o quanto ela é boa. É sério, só assistindo para ver. Vou continuar recomendando. Assistam! Vocês ainda vão me ouvir falando muito dela =)


Esta é uma série que fala de humanidade. Das dores da perda, da luta pela sobrevivência, em crer no impossível. Fala sobre esperança. Da luta pela humanidade. Da luta pelo futuro.

Trailer